Sim, a gata sabia que nada do que estava se lendo na política reluzia aderindo aos olhos do que se chamava, por outro lado, o povo soberano caindo pelas próprias tabelas de pernas convulsas, e seu espírito se expandia, elétrico, ao ler as cifras desta realidade que escapava a G, gata serpenteante, com movimentos paradoxais de tão felinos nos olhos de G observando o cigarro a se extinguir, acompanhando os cúmulo-nimbos de seus pensamentos, tormenta caindo tão devagar que desprender-se da cabeça não constituía o enigma necessário da sua configuração, gata tumultuosa, mas a própria água impedida quimicamente de cair.
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